PF reforça defesa aérea no DF com arma anti-drone após prender Bolsonaro
A Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, recebeu reforço na segurança aérea logo após a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro, ocorrida no último sábado (22). Entre as medidas adotadas, esteve o posicionamento de uma arma anti-drone nas áreas externas do prédio, equipamento desenvolvido para bloquear, capturar ou neutralizar aeronaves não tripuladas que representem ameaça à integridade do local ou das operações em andamento. A presença do dispositivo chamou atenção de jornalistas e curiosos, evidenciando o nível de preocupação das autoridades com possíveis tentativas de espionagem ou interferências externas durante o momento de alta tensão política.
Segundo informações apuradas, o equipamento anti-drone é capaz de interromper o sinal, derrubar drones em voo e impedir a transmissão de imagens ao vivo, protegendo a área de operações sensíveis. O uso da tecnologia se tornou mais frequente no Brasil em operações policiais e eventos de grande porte, para evitar ataques, vazamentos de informações ou monitoramento ilegal de figuras públicas em situações de risco. A concentração de manifestantes e jornalistas em frente à polícia federal aumentou o receio quanto à possibilidade de captação de imagens aéreas, levando as autoridades a reforçar os protocolos de controle.
Apesar do aparato tecnológico, até o momento não houve registro de incidentes relacionados ao uso de drones durante o período de prisão e movimentação no entorno da PF.

