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A menos de um ano das eleições, troca de farpas e acusações marcam cenário político no Acre​

segunda-feira, novembro 10, 2025


A menos de um ano das eleições, a política acreana já dá sinais de acirramento, troca de farpas e acusações públicas. A exoneração de Willian Barbosa Bezerra, companheiro do prefeito de Feijó, Railson Ferreira, do cargo comissionado no Instituto de Meio Ambiente do Acre (IMAC), desencadeou uma série de reações partidárias e críticas abertas entre lideranças do estado.​

Segundo o senador Alan Rick, o desligamento foi uma retaliação ao prefeito de Feijó por ter participado do ato de filiação do próprio Alan ao partido Republicanos, realizado poucos dias antes em Rio Branco. O parlamentar acusou o que chamou de “gabinete do ódio”, supostamente comandado pelo secretário de Governo, Luiz Calixto, de orquestrar a exoneração por motivos políticos. Também se manifestando, o deputado Roberto Duarte afirmou que nunca viu tanta perseguição quanto no atual governo, traçando comparações com gestões anteriores de outros partidos.​

O secretário Luiz Calixto negou qualquer conotação política no episódio e declarou que a exoneração é resultado de ajustes administrativos e da busca por servidores mais comprometidos com o funcionamento do IMAC. Em tom irônico, Calixto afirmou que o “único ódio que conhece” é o das companhias aéreas, numa alusão a um episódio envolvendo Alan Rick, e reforçou que cargos comissionados estão sujeitos a mudanças constantes e sem vínculo partidário.